Proposta
Análise de Impacto no Negócio (BIA)
Sentamos com quem toca cada processo e perguntamos o que acontece se ele parar hoje, amanhã, na semana que vem. Sai dali o que a empresa aguenta ficar sem, por quanto tempo e quanto perde a cada hora. É a análise que transforma a discussão de continuidade em número, e sem ela qualquer plano de recuperação é chute sobre o que é urgente.
Nesta página não aparece preço. Aparece escopo: o que fazemos, como executamos, quem executa e o que não está incluso. Quem lê o seu pedido é o time que vai te atender, e ele volta com a proposta e com tempo para conversar sobre ela.
Análise de Impacto no Negócio (BIA)
Quais processos não podem parar, e a partir de quando dói.
Como executamos
Em que consiste este trabalho
Sentamos com quem toca cada processo e perguntamos o que acontece se ele parar hoje, amanhã, na semana que vem. Dessa conversa sai o que a empresa aguenta ficar sem, por quanto tempo e quanto perde a cada hora de parada. É o levantamento que transforma a discussão de continuidade em número. Sem ele, qualquer plano de recuperação é chute sobre o que é urgente.
Na prática, começamos mapeando quais processos existem, quem responde por cada um e do que ele depende para funcionar. Depois coletamos o impacto, processo a processo, e consolidamos: a ordem de criticidade com o critério explicado, o tempo máximo de parada e a perda máxima de dados aceitáveis em cada caso, e o custo da interrupção ao longo do tempo.
Do seu lado, precisamos de agenda com os donos de processo e de acesso a quem responde por cada área; quando já existe processo mapeado em documento, o caminho encurta. A modalidade escolhida muda a profundidade: a conversa presencial revela dependências que não estão em documento nenhum e termina validada com a diretoria, enquanto o questionário é mais rápido e funciona bem para atualizar um levantamento que já existe.
Como conduzimos, etapa por etapa
Definição de escopo
Fechamos por escrito o que entra e o que fica de fora, e por quê. Escopo mal definido é a causa mais comum de projeto que estoura prazo.
Mapeamento dos processos
Levantamos quais processos existem, quem responde por cada um e do que ele depende para funcionar: sistemas, pessoas, fornecedores e outros processos. É esse retrato que define onde vale aprofundar e o que pode ficar de fora.
Coleta de impacto
Perguntamos, processo a processo, o que acontece se ele parar por uma hora, um dia, uma semana. É daqui que sai o número.
Validação com a diretoria
Levamos o resultado a quem decide. Prazo de retomada é decisão de negócio, não escolha técnica.
Relatório
Consolidamos os achados num relatório em que cada item vem com gravidade, evidência e o caminho de correção. Escrevemos para ser lido por quem vai agir, e não para engordar página.
O que não está incluso
- O plano de continuidade em si, que é o passo seguinte e usa este resultado como base
- Análise de risco de segurança da informação, que responde a outra pergunta e é serviço próprio
- Levantamento de inventário técnico de servidores e sistemas quando não existir nenhum, que é trabalho da sua TI e vem antes
- A definição das estratégias de recuperação, que usa o BIA como insumo e pertence ao serviço de continuidade
- Redesenho ou melhoria dos processos mapeados: o BIA fotografa a operação como ela funciona hoje, não a reprojeta
- Laudo financeiro auditado das perdas: o número do BIA é estimativa construída e validada com quem opera, não parecer contábil
- A agenda dos entrevistados, que precisa ser garantida pela sua liderança: sem os donos de processo na sala não há levantamento
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.